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UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

Bárbara Holanda

Feira do Empreendedor do Ceará apresenta oportunidades para a Copa 2014

Um ambiente convidativo, cheio de oportunidades e orientação. Assim será o espaço temático da Copa do Mundo 2014 na Feira do Empreendedor, que será realizada de 4 a 7 de agosto, no Centro de Convenções do Ceará, em Fortaleza. A ideia é que nesse ambiente as pessoas sintam o clima da competição futebolística e conheçam as oportunidades de negócios em diversos setores, como turismo, comércio, transportes e tecnologia da informação, que poderão ser geradas por esse megaevento esportivo, para que tenham motivação para empreender ou aprimorar o seu empreendimento.
A sensação de estar entrando num ambiente de Copa do Mundo começa logo na entrada, onde os visitantes passarão por um túnel que simula o de um estádio de futebol. Dentro do espaço, a montagem e a decoração foram pensadas de forma a levar as pessoas a se sentirem em uma arena esportiva. É lá que serão apresentados negócios que podem ser desenvolvidos antes, durante e depois do torneio.Além disso, haverá talk-shows com especialistas e convidados especiais para falar sobre assuntos relacionados ao empreendedorismo, o turismo e a Copa, como “Os grandes investimentos do turismo cearense e as perspectivas de negócios para novos empreendedores” e “Oportunidades de negócios para o setor hoteleiro”. Paralelamente, serão exibidos vídeos sobre a Copa e ministradas palestras com temas diversos. Entre eles, “Marketing – como potencializar vendas para a Copa”, “Souvenirs específicos para a Copa”, “Segurança alimentar no ramo de fast food” e “Empreendedorismo individual na Cultura”.
Os visitantes do eixo da Copa 2014 também poderão ouvir a experiência de empreendedores de sucesso que tiveram êxito em negócios ligados aos principais segmentos econômicos que serão estimulados pela Copa do Mundo, como alimentação e hospedagem. A Feira do Empreendedor terá ainda espaço para fornecedores de equipamentos, produtos e serviços com foco na Copa. O Empreendedor Individual também está no alvo da Feira. Serão dadas orientações sobre a formalização, as oportunidades de negócios que podem ser geradas para esses trabalhadores em torno da competição e a necessidade de qualificação, pois o evento esportivo exige muito profissionalismo.
Mudança de culturaDe acordo com o assessor técnico do Sebrae no Ceará, Reginaldo Lobo, o conceito do espaço está ligado à transversalidade que permeia toda a Feira do Empreendedor, envolvendo os outros três eixos de negócios trabalhados no evento: grandes investimentos, mercado digital e mercado ambiental. “A reforma do estádio Castelão e a construção do Centro de Feiras e Eventos do Ceará estão ligadas aos grandes investimentos e geram oportunidades também em função da Copa”, explica.
Segundo Lobo, o espaço da Copa 2014 na Feira do Empreendedor tem como objetivo transformar a mentalidade dos empreendedores para que eles possam ter uma visão de estrategista, diferenciada. “O que a Feira do Empreendedor quer é agregar valor às pessoas, mudar a sua cultura para sempre. No eixo da Copa do Mundo, o que elas vão vivenciar será um marco transformador”, avalia.

Projeto estuda internacionalização de empresas brasileiras

São Paulo - De fevereiro de 2006 a janeiro de 2010, uma pesquisa levantou e analisou informações sobre os processos envolvidos na internacionalização de empresas brasileiras.

O trabalho, conduzido com apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático, resultou em sete livros, 15 dissertações de mestrado e 23 teses de doutorado. Também aprofundou a cooperação entre grupos de pesquisa brasileiros na área e gerou subsídios para companhias nacionais interessadas em atuar no exterior.

Segundo o seu coordenador, o professor Afonso Fleury, do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), o projeto "Gestão empresarial para internacionalização das empresas brasileiras" (Ginebra) ajudou a impulsionar a área de pesquisa em negócios internacionais na qual o Brasil, junto com outros países emergentes, especialmente China e Índia, passa a atuar com grande destaque.

"Para tratar de temas dessa envergadura e complexidade projetos do tipo temático são imprescindíveis", disse Fleury à Agência FAPESP. A abrangência da pesquisa pode ser notada nos sete subprojetos nos quais o projeto foi organizado: estratégia corporativa e estrutura organizacional; gestão do conhecimento; gestão de competências e operações; gestão de pesquisa e desenvolvimento; gestão de projetos globais; gestão socioambiental; e agenda de políticas públicas.

As empresas brasileiras enfrentam vários obstáculos para cruzar fronteiras e estabelecer filiais no exterior. Uma delas seria a falta de tradição em sair do país, mesmo quando comparadas às multinacionais de outros países emergentes. "Empresas indianas como a Tata, por exemplo, estão presentes no Reino Unido desde o século 19", contou.

Todas essas informações foram partilhadas com empresas durante o desenvolvimento do Projeto Temático por meio de reuniões e seminários que serviram tanto para os pesquisadores coletarem dados como para as empresas receberem os resultados das pesquisas.

A troca de informações com outros grupos de pesquisa da área é destacada por Fleury. Pesquisadores da USP, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Fundação Getúlio Vargas e da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais formaram uma rede de trabalho para trocar informações e estabelecer colaborações.

Entre os sete livros gerados com resultados do trabalho se destaca a coletânea que leva o mesmo nome do Temático: Gestão Empresarial para a Internacionalização de Empresas Brasileiras, publicada pela editora Atlas, e o Brazilian multinationals: competences for internationalization, pela Cambridge University Press.

Créditos:
http://portalexame.abril.com.br/inovacao/noticias/projeto-estuda-internacionalizacao-empresas-brasileiras-569857.html?page=1
Fabio Reynol 15/06/2010 10:59

B2B

As empresas que tem o foco no consumidor final, as chamadas B2C – Business to Consumer , parecem já ter encontrando o seu caminho na implantação de estratégias bem sucedidas no uso das mídias sociais. Apesar dos percalços comuns, típicos dos desbravadores, exemplos de bons casos emergem todos os dias.

Antes, porém, é preciso levar algumas coisas em consideração. Para desenvolver uma boa estratégia é importante definir o objetivo da sua empresa ao se aventurar no mundo das redes. Aqui, conceitos e valores de cada corporação, direcionados pelos times de marketing, devem imperar. Lembre-se de que construir somente um blog, contas de Twitter e Facebook para republicar os comunicados da empresa são impessoais e pouco eficientes.

Tenha em mente que essa é uma ótima oportunidade para ser visto como um expert. A confiabilidade conquistada poderá lhe render referências e futuros negócios. Para isso, explore conteúdos de qualidade, informações que podem ser úteis não apenas para sua empresa, mas para um universo de pessoas.

Um bom exemplo de segmentação é o do metrô de Nova Iorque, onde cada linha de trem possui uma conta individual no Twitter. Cada uma informa aos seus usuários sobre atrasos e mudanças. Em vez de ler todas as informações sobre a rede de trens, o usuário lê somente o que lhe interessa. Este modelo pode ser muito bem empregado por empresas B2B ao segmentarem informações destinadas a diferentes grupos de distribuidores e/ou revendas.

Por fim, é preciso ter em mente que, embora se esteja lidando com empresas, há pessoas por detrás delas. Sendo assim, fuja das velhas técnicas de empurrar produto a qualquer custo e de utilizar jargões de marketing para campanhas de incentivo. Em um mercado que está cada vez mais humanizado, você não aumentará sua rentabilidade com a simples utilização das mídias sociais. Você fará dinheiro com as pessoas que confiarem em você. Este é o negócio

Créditos
http://ecommercenews.com.br/artigos/midias-sociais-de-empresa-para-empresa

VERSÃO DO REGATÃO - NESTLÉ

Atender o cliente na porta de casa pode ter um custo alto para a empresa, mas às vezes é essencial para conquistar alguns consumidores, especialmente se eles estiverem em locais de difícil acesso. Investindo em uma espécie de comércio porta-a-porta, a Nestlé inaugurou nesta quinta-feira (17) um “supermercado flutuante” para atender comunidades ribeirinhas da Amazônia. O barco é todo coberto por propagandas da empresa, e carrega apenas produtos alimentícios da Nestlé.

Essa foi a estratégia encontrada pela empresa para aumentar o seu público consumidor. A Nestlé investiu cerca de R$ 1 milhão neste projeto, e a expectativa é atingir 800 mil pessoas por mês. O barco vai navegar pelo Rio Pará e passará por 18 cidades, ficando parado um dia em cada uma. De acordo com a empresa, a iniciativa faz parte do programa “Nestlé até você” e tem como objetivo atingir um público de classes C, D e E.

Regatão, foi uma modalidade de negócios muito utilizada, antes dos anos 80 nos rios da Amazônia, na qual havia muitas vezes uma espécie de escambo.

http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/va-ate-o-seu-cliente/

ATUAÇÃO DO RH ESTRATÉGICO


Um RH Estratégico que, como tal, teria planos contingenciais, não só para os momento de crise, mas para qualquer outro tipo de situação envolvendo o “core business” da empresa! Até porque antecipar-se ao problema, propor alternativas viáveis e criativas, avaliar a relação custo-benefício de cada uma é o que diferencia o RH Estratégico do clássico Departamento de Pessoal, este sim, mais preocupado em recolher as Carteiras de Trabalho e calcular as rescisões trabalhistas do que em minimizar os danos embutidos nesses processos.
Mas o que poderia conter esse tal Plano de Contingência, que o RH Estratégico encaminharia para análise da Alta Direção? Evidentemente, cada caso é um caso que dependerá do porte do negócio, nível de escassez de mão-de-obra (terminologia adotada pelo DP tradicional...), região, maturidade das lideranças sindicais, tipo de negócio, entre outras variáveis a serem consideradas. Entretanto, alguns direcionamentos não poderão ser esquecidos, tais como:
a) Levantamento de todos custos, envolvendo as políticas de gestão de pessoas relacionadas a benefícios (obrigatórios por lei ou não), investimentos em capacitação (cursos que aumentem a produtividade seriam mantidos), remuneração variável, entre outros.
b) Identificação de todas alternativas possíveis que levem à redução de custos na área de gestão de Pessoas, inclusive a indesejável “demissões sumárias”, até para servir de parâmetro comparativo com as demais;
c) Análise comparativa dos custos políticos e econômicos das alternativas levantadas, dando ênfase maior àquelas que, a princípio, manteriam estável o atual nível de emprego, tais como, férias coletivas, Banco de Horas, redução da jornada de trabalho e salários, mediação do TRT, Demissões Voluntárias (mas, como diz o ditado, “cuidando para não jogar fora o bebê junto com a água da bacia”...), entre outros;
d) Diálogo aberto e franco com o Sindicato, de modo a criar uma relação de parceria e confiança, bem como construção de outras tantas alternativas;
e) Emprego dos mecanismos de comunicação existentes – jornalzinho, intranet, murais, etc. – para mostrar a realidade da nova situação enfrentada pela empresa e convocar a todos para se incorporarem ao esforço coletivo de redução de custos de qualquer natureza;
f) Reunião com chefias e grupos de funcionários para canalizar os esforços em torno desse verdadeiro mutirão pela empresa (além de altamente motivacional, isso predispõe os funcionários a futuramente vir aceitar medidas difíceis como redução proporcional de salários e carga de trabalho);
g) Presença física de diretores nesses eventos e nos diferentes setores / filiais da empresa, ouvindo as idéias, esclarecendo dúvidas e afiançando as propostas;
h) Relatos freqüentes, dando retorno sobre os resultados das medidas emergenciais e tendências para os próximos meses, especialmente fatos positivos como abertura de novos clientes, indicadores positivos de redução de custos, etc.
Maria Elizabeth Pupe Johann é Coordenadora Acadêmica do MBA Gestão de Pessoas – Ênfase em Estratégias / FGV.

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