Mostrando postagens com marcador microempresa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador microempresa. Mostrar todas as postagens
Sistema de gestão eficiente: um escudo protetor contra crises


A crise financeira internacional que assolou as economias em 2008 e 2009 foi uma lição de casa para as empresas que estavam mais preparadas para mudanças.
As mais disciplinadas e eficientes foram capazes de prever eventuais imprevistos nas condições econômicas e mostraram-se prontas para reagir de forma rápida e eficaz às turbulências do mercado.Após esse período nebuloso a palavra “mudança” se tornou símbolo de que coisas melhores estão por vir.
A esperança de um futuro melhor! Mas o que a mudança constante criada por uma economia globalizada significa para as pequenas e médias empresas que ainda precisam competir com grandes players? O mercado global apresenta incertezas, mas é também, uma oportunidade para o empresário de pequeno e médio porte.
O importante é estar preparado para eventualidades. E a grande estratégia das pequenas empresas sobreviventes às mudanças bruscas na economia está sendo o investimento no mercado de TI com a implantação de um sistema de ERP moderno, ao invés de permanecer utilizando diferentes sistemas em paralelo ao trabalho manual.
Para ter o benefício das operações flexíveis oferecidas pelo sistema ERP, não é preciso fazer nenhum investimento milionário. A empresa de médio porte pode optar por uma revisão completa no seu software de gestão, permitindo agilidade para acomodar qualquer tipo de mudança no seu processo de negócios de forma rápida, fácil e com custo eficiente. Isso porque, o sistema ERP fornece diversos benefícios, entre eles, existem dois principais:
1. Integrar sistemas díspares e automatizar a circulação da informação em toda a sua cadeia, proporcionando aos executivos maior visibilidade dos negócios, em tempo, facilitando a tomada de decisão.
2. Criar fluxos de trabalho altamente disciplinados e fornecer a identificação do processo necessário para permitir resultados confiáveis, independentemente do tipo de alteração que pode ocorrer no negócio.
Muitas companhias mantêm os dados em sistemas separados e dependem de pessoas para criar manualmente as pontes necessárias entre os sistemas, a fim de gerenciar seus negócios. Os gerentes de diversas áreas da empresa são obrigados a manipular planilhas para previsão de vendas, responder às propostas, gerir cronogramas de produção e determinar os preços dos produtos.
Processos manuais resultam em maior tempo para responder às solicitações exigidas, afetando as margens para o fluxo de caixa. Além disso, os erros de entrada de dados são inevitáveis, dificultando a capacidade de cumprir prazos de entrega.
O resultado é aumento do custo dos produtos e diminuição da capacidade de competição da empresa.
A alternativa das empresas de pequeno porte que aceitaram o desafio da inovação foi implantar um software eficiente de gestão, ajudando-as a enfrentarem as mudanças de forma rápida e acessível ao orçamento, integrando e agilizando o fluxo e trabalho.
Para estar preparado para “mudanças” é preciso mudar, e, só assim, o pequeno e médio empresário terá mais chances de prosperidade.
Por Celso Tomé Rosa

A função da classe contábil com o MEI

MICROEMPREENDEDOR INDIVUDUAL

14/07/2009 


Desde o último dia 1º de julho a Classe Contábil brasileira tem um novo e importante desafio, esclarecer e orientar milhares de trabalhadores brasileiros interessados em aderir ao Microempreendedor Individual (MEI). Ciente da responsabilidade profissional e social, empresários da área contábil e escritórios optantes pelo Simples Nacional estão se preparando para a missão de fornecer todas as informações necessárias, de forma gratuita, aos interessados em sair da informalidade. 

Cabe aos 400 mil contabilistas ligados ao Conselho Federal de Contabilidade - CFC - mostrar aos 10 milhões de trabalhadores autônomos com faturamento bruto de até R$ 36 mil por ano, que a formalidade é um bom negócio. Além de orientar, os profissionais contábeis também farão a primeira declaração do Imposto de Renda dos empreendedores, cuja lista de atividades chega a 170 ocupações. 

Entre os benefícios oferecidos pelo MEI estão: a regularização perante as Fazendas Públicas federal, estadual e municipal o reconhecimento como pessoa jurídica constituída, facilitando a aquisição de créditos assim como o direito à aposentadoria por idade, invalidez, reclusão e licença-maternidade pelo Instituto Nacional de Seguridade Social-INSS. 

O trabalho para o fortalecimento do MEI se soma às diversas responsabilidades que os contabilistas têm assumido no decorrer dos anos, o que acarretará diretamente na legalização de pequenos negócios e, consequentemente, contribuirá para a base de contribuição previdenciária do País. Diante de ações importantes e concretas para a Nação, além do mercado e da sociedade reconhecerem o valor do profissional contábil, a Classe tem muito a se orgulhar. 

* Maria Clara Cavalcante Bugarim 
Presidente do Conselho Federal de Contabilidade - CFC
http://www.incorporativa.com.br/a-artigos.php?ctg=4&pagina=3

PLANEJANDO CENÁRIOS

Relacionamento e metas são trunfos das micro empresas

22/07/2009 - Carlos Cruz * 

Ao iniciar um negócio, por mais modesto que ele seja, é fundamental ter ambições de crescimento e de lucratividade. O empresário é motivado a empreender por necessidade ou por oportunidade e, em ambos os caos, é preciso fazer um planejamento visando as possibilidades em três cenários: otimista, realista e pessimista. 

· Otimista - 

O empresário deve ter uma visão positiva das possibilidades de lucro, isso não quer dizer que tenha uma visão ilusória. Ele deve investir, fornecer as condições necessárias, saber quem serão os seus clientes em potencial, confiar no próprio rendimento e da sua equipe. Nesse cenário é importante que não só os resultados esperados sejam altos, mas que a valorização das metas atingidas sejam motivadoras o suficiente para que todos se engajem no alcance das mesmas. 

· Realista - 

Ponderações são feitas entre os recursos que estarão à disposição da empresa e a situação do mercado prevista para o período de tempo em que se pretende trabalhar. Nas metas deve se considerar possíveis obstáculos, que podem variar na economia de um país, vendas medíocres e a falta de crédito. Não se pode esquecer da concorrência e de como obter um diferencial competitivo para se posicionar no mercado. 

· Pessimista 

Devido à imprevisibilidade do mercado, é fundamental que se trace um planejamento que leve em consideração um cenário pouco favorável, como o previsto para esse ano de 2009 pelos especialistas brasileiros, que apontam um crescimento que varia de apenas 2,4% a 3,2% para a economia nacional. Essa baixa taxa é um desafio aos líderes empresariais terem como objetivo superar as expectativas do governo, porém com muita cautela. 

Sabemos que é um grande desafio ao micro empresário traçar um planejamento, porque se assim o fizer corre o risco de desistir do negócio. É preciso analisar o mercado em que atua, para ter informações sobre como determinado tipo de produto ou serviço é aceito pelos consumidores e como será o seu posicionamento de mercado 

Mas como fazer planos para o futuro antes mesmo de dar início ao trabalho? Trace metas nestes três cenários, trabalhe para alcançar resultados otimistas, mas esteja preparado para atuar num cenário pessimista. O pulo do gato está no acompanhamento diário das melhorias e dos resultados alcançados. Aproveite a vantagem das micro empresas, ou seja, seja ágil na tomada de decisão e na correção de rotas. Se for preciso mudar, não pense, mude. Dessa maneira, é possível identificar os acertos e erros ajustando a estratégia empresarial. Esse mecanismo de feedback positivo e negativo permite manter um monitoramento dos resultados da empresa. 

Para alcançar as metas, não basta apenas cobrar resultados dos colaboradores. Mesmo porque, o empreendedor muitas vezes se vê solitário, ou seja, atua na linha de frente. Atende o cliente, negocia, pensa em estratégias, faz cobrança, vende e muito mais. 

Além das metas, é fundamental investir no bom relacionamento com fornecedores, equipe e clientes. Em um ambiente composto por poucas pessoas, é possível ter um contato mais freqüente e atencioso com cada um. Portanto, aproveite para conhecer as necessidades dos clientes, as facilidades com os fornecedores e o potencial da sua equipe. Invista no relacionamento e crie alianças sólidas. 

Como o número de colaboradores é reduzido nesse tipo de empresa, dê prioridade e treine você mesmo a equipe. Busque profissionais que se interessem por seus projetos de trabalho e que tenham como objetivo capacitar-se e evoluir em parceria com o empreendimento. Fazer parte do crescimento de uma corporação é gratificante, pois mostra que o trabalho pode gerar resultados que vão além dos números, atingindo sonhos. Esse sentimento de satisfação deve estar presente no profissional que fará parte do grupo. Portanto, compartilhe freqüentemente a sua visão de futuro e inspire as pessoas ao seu redor. 

Definir metas é a parte mais fácil do processo. O mais desafiante é colocar em prática. Eis então o momento em que vem à tona a falta de fluxo de caixa, os desafios administrativos, vendas fracas e outras dificuldades. Porém, se o empresário estiver aberto aos resultados ao invés de estar preso a eles, poderá ser estrategista e passar do primeiro ano de vida. Se o estágio de turbulência for superado, as expectativas passam a ser positivas e os projetos ficam cada vez mais próximos da realidade. 

Busque atender aos interesses do seu mercado consumidor e potencialize o negócio à medida que os resultados aparecerem. Assim, a empresa começará a criar relacionamentos mais consistentes com seus clientes e, a longo prazo, construirá sua credibilidade. 

* Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP TREINAMENTOS & CONSULTORIA

http://www.incorporativa.com.br/a-administracao.php?ctg=2

MAIS SOBRE O PIX DO BANCO CENTRAL