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REGANDO O FLUXO DE CAIXA

O Desempenho Empresarial e o Convencimento.

O fluxo de caixa futuro de uma empresa é movido por clientes que escolherão a sua marca amanhã, e, novamente em um futuro vindouro. O convencimento é chave para a melhoria do desempenho empresarial. Desafortunadamente a manifestação dos consumidores na escolha de uma marca é um fato, e, muito empresários desconhecem a desconhecem. Para que se tenha uma melhoria no desempenho da empresa é fundamental que a sua marca seja posicionada na mente dos consumidores reais e potenciais.
Aqui, podemos definir posicionamento como sendo a posição relativa que uma marca ocupa na mente do consumidor.
A escolha é inevitável e um direito do consumidor. Nesse caso é preciso que a empresa responda as seguintes perguntas: qual é a soma das ações,que todos estão fazendo, todos os dias, para que a empresa seja escolhida
pelos consumidores? Quem precisa escolher a empresa hoje e no futuro?
Muitos gerentes conversam sobre vantagem competitiva, só que no abstrato, sem ter uma idéia clara em como competir para conquistar realmente a escolha do cliente. Sua empresa precisa saber quais são os fatores externos que influenciam a decisão do consumidor.
Nota-se que, de certo modo, muitas empresas conhecem pouco sobre os seus consumidores, seus costumes, os benefícios esperados, seu poder de compra, suas atitudes e comportamento e o que realmente lhe atrai na hora da compra.

Peter Drucker confirma essa percepção através de suas observações de mercado que chamou de “sacramentos” e “mandamentos” do marketing, a seguir relatados:

Sacramentos:
• Nem os resultados nem os recursos existem dentro da empresa. Ambos estão localizados fora.
• Os recursos são obtidos pelo aproveitamento das oportunidades e não pela solução de problemas.
• Para produzirem resultados, os recursos precisam ser destinados as oportunidades e não aos problemas.
• Resultados econômicos são conquistados somente pela liderança e não apenas pela competência.
• Qualquer posição de liderança é transitória e provavelmente de curta duração.
• O que existe está se tornando velho.
• O que existe tem probabilidade de ser distribuído de forma errada.
• A concentração representa a chave para resultados econômicos reais.

Mandamentos:
• O que as pessoas nas empresas imaginam conhecer sobre o cliente e o mercado provavelmente está mais errado do que certo.
• O que um cliente compra raramente é o que uma empresa pensa estar lhe vendendo.
• Por decorrência, os produtos e serviços que a empresa define como concorrentes não o são necessariamente.
• Aquilo que a empresa imagina ser o aspecto mais importante de um produto, via de regra, não tem o menor significado para o cliente.
• A racionalidade dos clientes sempre é diferente da das empresas fabricantes, ainda que na aparência possam se assemelhar.
• Nenhum produto ou empresa isoladamente tem a menor importância para o mercado.
• O cliente não é quem compra, é quem toma a decisão de compra.

Drucker diz que estas são as realidades mais prováveis de serem encontrem no mercado.
Enquanto não tivermos claro e detalhado os fatores externos que influenciarão nas decisões de compra dos consumidores, dificilmente teremos decisões e ações estratégicas consistentes e adequadas para se atrair e convencer clientes sobre os produtos que negociamos, culminando, dessa forma, em compras e melhoria dos resultados da empresa.

Artigo completo no link
http://www.isaeamazonia.org.br/portal/Documentos/artigo-Dinamica-das-estrategias.pdf

GESTÃO POR COMPETÊNCIA

A valorização das pessoas (e não simplesmente dos "funcionários") que atuam na empresa leva, por exemplo, a pensar seriamente na questão da gestão do conhecimento Dutra (2001, p. 130). Uma bem-sucedida criação e distribuição do saber é caminho privilegiado para o desenvolvimento de todas as pessoas envolvidas, tornando o "local de trabalho" um lugar em que o aprendizado não se dissocia dos desejos de crescimento individual e da necessidade de crescimento da própria organização.
Como a empresa pode contribuir para alcançar esse objetivo? Através de alguns indicadores, tais como:
1. A identificação com o trabalho – a pessoa deve gostar do que faz. Por isso a qualidade de vida, a satisfação e a confiança são peças importantes desse quebra-cabeça.
2. A integração do empregado no todo – o indivíduo deve acreditar que é essencial ao grupo, ter a percepção de estar integrado ao todo.
3. O talento e capacidade – todo ser humano tem talentos e habilidades, cabe a empresa procurar identificá-los, dando espaço para o desenvolvimento de novas atividades e desafios.
4. Descobrir as potencialidades – o profissional que busca aprimorar constantemente seus conhecimentos deve receber incentivo nessa direção, com certeza conquistará novos espaços e agregará muito mais valores à empresa.
5. Valores pessoais – pautar as ações empresariais e profissionais em valores tais como justiça, honestidade, valorização, respeito e dignidade.
6. A criatividade e inovação – a empresa deve desenvolver a capacidade criativa das pessoas, buscar formas de realizar os objetivos, não desistindo de inovar, mesmo quando algo não der certo na empresa.
Portanto, motivar e reconhecer as pessoas no ambiente de trabalho melhora o bom humor, o stress, o poder de decisão em momentos de incerteza. Os novos desafios e o trabalho em equipe passam a ser um fator estimulante na empresa.

Fonte:http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/gestao-por-competencias-e-habilidades/46925/

PÉ NO CHÃO COM SEU RICO DINHEIRINHO

Viva sempre um pouco abaixo de sua real condição financeira

Há alguns dias, eufórico, meu sobrinho me procurou com a boa notícia: aos 15 anos, foi contratado como jogador profi ssional de um grande time de futebol. Ele então queria orientações sobre como gastar o dinheiro de forma inteligente, pois acredita que está com a vida feita. E foi logo prometendo comprar videogame, minicarro e camisas oficiais para os irmãos.

Após algumas perguntas minhas e poucos minutos de refl exão, os irmãos já não estavam tão felizes, pois recomendei cancelar os presentes. Meu sobrinho acabara de levar um banho de água fria. Perguntei:
E se você quebrar a perna e se aposentar logo na primeira temporada? Que renda está garantida até o fi nal de sua carreira? Ao se aposentar, daqui a 20 anos, qual será seu patrimônio?
...
...
A maioria dos que estão com problemas financeiros iniciou sua história triste em uma celebração de sucesso seguida de más escolhas. Para obter segurança, não há receita mais simples do que viver um passo atrás de suas possibilidades financeiras.

Matéria completa:
http://vocesa.abril.com.br/organize-suas-financas/materia/espera-dar-proximo-passo-570215.shtml

A função da classe contábil com o MEI

MICROEMPREENDEDOR INDIVUDUAL

14/07/2009 


Desde o último dia 1º de julho a Classe Contábil brasileira tem um novo e importante desafio, esclarecer e orientar milhares de trabalhadores brasileiros interessados em aderir ao Microempreendedor Individual (MEI). Ciente da responsabilidade profissional e social, empresários da área contábil e escritórios optantes pelo Simples Nacional estão se preparando para a missão de fornecer todas as informações necessárias, de forma gratuita, aos interessados em sair da informalidade. 

Cabe aos 400 mil contabilistas ligados ao Conselho Federal de Contabilidade - CFC - mostrar aos 10 milhões de trabalhadores autônomos com faturamento bruto de até R$ 36 mil por ano, que a formalidade é um bom negócio. Além de orientar, os profissionais contábeis também farão a primeira declaração do Imposto de Renda dos empreendedores, cuja lista de atividades chega a 170 ocupações. 

Entre os benefícios oferecidos pelo MEI estão: a regularização perante as Fazendas Públicas federal, estadual e municipal o reconhecimento como pessoa jurídica constituída, facilitando a aquisição de créditos assim como o direito à aposentadoria por idade, invalidez, reclusão e licença-maternidade pelo Instituto Nacional de Seguridade Social-INSS. 

O trabalho para o fortalecimento do MEI se soma às diversas responsabilidades que os contabilistas têm assumido no decorrer dos anos, o que acarretará diretamente na legalização de pequenos negócios e, consequentemente, contribuirá para a base de contribuição previdenciária do País. Diante de ações importantes e concretas para a Nação, além do mercado e da sociedade reconhecerem o valor do profissional contábil, a Classe tem muito a se orgulhar. 

* Maria Clara Cavalcante Bugarim 
Presidente do Conselho Federal de Contabilidade - CFC
http://www.incorporativa.com.br/a-artigos.php?ctg=4&pagina=3

O HOMEM ATUAL E SEUS DILEMAS

O homem atual: seus limites e possibilidades

15/07/2009 - Dorli Kamkhagi

O mundo passa hoje por um momento histórico e social que tem exigido das pessoas constantes transformações e novos (re)ajustes. Nunca a tecnologia e condições de vida estiveram tão avançadas como agora, e a medicina, com todo seu aparato, cada vez mais permite soluções e melhorias nas questões da saúde e sobrevivência.

Presencia-se uma geração de centenários. De forma genérica, isso é ótimo, porém do ponto de vista psicológico, a carga de novas configurações emocionais que aparecem com essa longevidade não é tão confortável assim.

A psicanalista com especialidade em gerontologia, Dorli Kamkhagi, explica que estas transformações afetam, principalmente, os homens. "Hoje seus papéis, que foram se transformando, adquiriram novas funções e, sobretudo, depararam-se com sua essência, seus desejos e suas impossibilidades, nem sempre tão fáceis de serem digeridas", comenta.

Especialmente nos últimos 20 anos, percebe-se a diferença entre os modelos masculinos da sociedade do passado e da atual. "Antes os homens eram modelos conservadores nos quais as expectativas familiares deveriam ser incontestavelmente atendidas. Além de seguir uma importante carreira e ser um bom provedor em todos os âmbitos, financeiros e sexuais, e tentar ser feliz sem 'tocar' muito nos aspectos emocionais", explica Dorli.

Novos dilemas

O homem de hoje, pós-contemporâneo, também vive uma série de conflitos junto à 'nova mulher' que já conquistou espaços muito significativos nos patamares mais altos da sociedade, como destaca a psicanalista. "Tal encontro: homem-mulher, masculino-feminino, é carregado de expectativas e medos, por exemplo, como o de não ser reconhecido, aceito e acima de tudo amado. Cada vez mais assistimos aos difíceis encontros amorosos nos quais os homens parecem preparar-se como fariam para ir a um campo de batalha".

De acordo ainda com Kamkhagi os 'novos' homens não são ilesos ao medo, às ansiedades e inseguranças modernas. "Realmente a necessidade de parecer ser forte, especial, sedutor, charmoso, acaba levando-o a movimentos internos de muita dor, que por vezes são acompanhados de aspectos depressivos".

Outro grande conflito enfrentado é gerado pela mídia, que exige o alcance da perfeição física e estética e da saúde a qualquer custo. "Vira uma espécie de jogo. Jogo no qual a energia despendida é enorme. O homem tem que ser forte, musculoso, bem remunerado e dar conta sexualmente da 'nova mulher': linda, eficaz, independente e bem remunerada" ressalta Dorli.

Neste jogo, muitas vezes, as perdas facilmente aparecem, pois perder a necessidade de ser príncipe ou herói permite o crescimento e a transformação. Nesse sentido o modelo a ser buscado é o do homem que pode falhar e pedir desculpas. "Ele é um homem que tem seus desejos e limites como marido, companheiro, amante que não precisa ser belo com formas tão perfeitas. Suas limitações podem se fazer presentes, pois trata-se de um homem que inevitavelmente envelhecerá", acrescenta a psicanalista.

Enfim, o homem atual pode se desconstruir para estar cada vez mais em contato com suas verdadeiras referências, "pode chorar, sorrir, brincar, cantar, dançar, sem perder sua masculinidade, sem ferir seus valores e fundamentalmente sendo homem, que erra e acerta, que perde e conquista, que ama, que odeia. Sem culpa, sem medos. Em real equilíbrio", finaliza Dorli.

Dorli Kamkhagi
Doutora em Psicologia Clínica e Mestre em Gerontologia pela PUC-SP, Dorli Kamkhagi faz parte do Board of Directors da Internacional Association of Group Psychotherapy and Group Process (IAGP) e é colaboradora do Laboratório dos Estudos do Envelhecimento e Hospital Dia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Kamkhagi é autora de diversos artigos públicos em jornais de grande circulação sobre o envelhecimento e amadurecimento. Realiza palestras e workshops ligados à questões sobre saúde, relacionamentos e vínculos afetivos.

http://www.incorporativa.com.br/a-artigos.php?ctg=4&pagina=2

PLANEJANDO CENÁRIOS

Relacionamento e metas são trunfos das micro empresas

22/07/2009 - Carlos Cruz * 

Ao iniciar um negócio, por mais modesto que ele seja, é fundamental ter ambições de crescimento e de lucratividade. O empresário é motivado a empreender por necessidade ou por oportunidade e, em ambos os caos, é preciso fazer um planejamento visando as possibilidades em três cenários: otimista, realista e pessimista. 

· Otimista - 

O empresário deve ter uma visão positiva das possibilidades de lucro, isso não quer dizer que tenha uma visão ilusória. Ele deve investir, fornecer as condições necessárias, saber quem serão os seus clientes em potencial, confiar no próprio rendimento e da sua equipe. Nesse cenário é importante que não só os resultados esperados sejam altos, mas que a valorização das metas atingidas sejam motivadoras o suficiente para que todos se engajem no alcance das mesmas. 

· Realista - 

Ponderações são feitas entre os recursos que estarão à disposição da empresa e a situação do mercado prevista para o período de tempo em que se pretende trabalhar. Nas metas deve se considerar possíveis obstáculos, que podem variar na economia de um país, vendas medíocres e a falta de crédito. Não se pode esquecer da concorrência e de como obter um diferencial competitivo para se posicionar no mercado. 

· Pessimista 

Devido à imprevisibilidade do mercado, é fundamental que se trace um planejamento que leve em consideração um cenário pouco favorável, como o previsto para esse ano de 2009 pelos especialistas brasileiros, que apontam um crescimento que varia de apenas 2,4% a 3,2% para a economia nacional. Essa baixa taxa é um desafio aos líderes empresariais terem como objetivo superar as expectativas do governo, porém com muita cautela. 

Sabemos que é um grande desafio ao micro empresário traçar um planejamento, porque se assim o fizer corre o risco de desistir do negócio. É preciso analisar o mercado em que atua, para ter informações sobre como determinado tipo de produto ou serviço é aceito pelos consumidores e como será o seu posicionamento de mercado 

Mas como fazer planos para o futuro antes mesmo de dar início ao trabalho? Trace metas nestes três cenários, trabalhe para alcançar resultados otimistas, mas esteja preparado para atuar num cenário pessimista. O pulo do gato está no acompanhamento diário das melhorias e dos resultados alcançados. Aproveite a vantagem das micro empresas, ou seja, seja ágil na tomada de decisão e na correção de rotas. Se for preciso mudar, não pense, mude. Dessa maneira, é possível identificar os acertos e erros ajustando a estratégia empresarial. Esse mecanismo de feedback positivo e negativo permite manter um monitoramento dos resultados da empresa. 

Para alcançar as metas, não basta apenas cobrar resultados dos colaboradores. Mesmo porque, o empreendedor muitas vezes se vê solitário, ou seja, atua na linha de frente. Atende o cliente, negocia, pensa em estratégias, faz cobrança, vende e muito mais. 

Além das metas, é fundamental investir no bom relacionamento com fornecedores, equipe e clientes. Em um ambiente composto por poucas pessoas, é possível ter um contato mais freqüente e atencioso com cada um. Portanto, aproveite para conhecer as necessidades dos clientes, as facilidades com os fornecedores e o potencial da sua equipe. Invista no relacionamento e crie alianças sólidas. 

Como o número de colaboradores é reduzido nesse tipo de empresa, dê prioridade e treine você mesmo a equipe. Busque profissionais que se interessem por seus projetos de trabalho e que tenham como objetivo capacitar-se e evoluir em parceria com o empreendimento. Fazer parte do crescimento de uma corporação é gratificante, pois mostra que o trabalho pode gerar resultados que vão além dos números, atingindo sonhos. Esse sentimento de satisfação deve estar presente no profissional que fará parte do grupo. Portanto, compartilhe freqüentemente a sua visão de futuro e inspire as pessoas ao seu redor. 

Definir metas é a parte mais fácil do processo. O mais desafiante é colocar em prática. Eis então o momento em que vem à tona a falta de fluxo de caixa, os desafios administrativos, vendas fracas e outras dificuldades. Porém, se o empresário estiver aberto aos resultados ao invés de estar preso a eles, poderá ser estrategista e passar do primeiro ano de vida. Se o estágio de turbulência for superado, as expectativas passam a ser positivas e os projetos ficam cada vez mais próximos da realidade. 

Busque atender aos interesses do seu mercado consumidor e potencialize o negócio à medida que os resultados aparecerem. Assim, a empresa começará a criar relacionamentos mais consistentes com seus clientes e, a longo prazo, construirá sua credibilidade. 

* Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP TREINAMENTOS & CONSULTORIA

http://www.incorporativa.com.br/a-administracao.php?ctg=2

Gestão da Carreira

Os desafios do Mercado de Trabalho: Gestão da Carreira

Chances de se aposentar realizando um trabalho do qual nunca se tenha gostado são enormes.

20/07/2009 

É possível se gerenciar a carreira com o apoio da empresa, para isso o sistema precisa estar assentado sobre princípios que representem os compromissos entre a empresa e as pessoas, conforme afirma Joel Souza Dutra no seu livro “Gestão de Pessoas” (2002). Neste acaso a empresa precisa sinalizar claramente ao seu colaborador quais as possibilidades de crescimento existentes e quais habilidades, competências e conhecimentos ele precisa adquirir, bem como deve investir fortemente nos profissionais interessados em galgar degraus na carreira interna. 

Dutra (2002) nos explica ainda que: “Podemos identificar que as pessoas têm forte tendência ao aprofundamento de seus conhecimentos e habilidades em determinada área do conhecimento ou de atuação nas organizações. Ao olharmos para o futuro, verificamos que essa tendência será mantida, porque, com volatilidade cada vez maior das informações e do conhecimento, as pessoas necessitarão dar foco em seu aprendizado, em suas redes de relacionamento, em sua área de especialização”. Em resumo, para dar um norte à sua carreira, o trabalhador deve dar ênfase à atividade ou profissão na qual melhor se adequar e manter ativos relacionamentos que possam ajudá-lo em suas conquistas. 

Ainda baseado em Dutra (2002) reforçamos a necessidade de que cada um de nós, inseridos no Mercado de Trabalho, tenhamos um Plano de Carreira, onde constem os passos e as etapas a serem vencidas para chegarmos aonde queremos chegar (cargo, profissão, valores salariais, nível de colocação no mercado etc.). 

É preciso definir o que, quando e como se deseja ser visto pelo Mercado de Trabalho depois de determinado tempo. Para se construir um plano deste tipo é preciso: 

1) Autoconhecimento: saber quais suas potencialidades, explícitas e implícitas; 

2) Conheça o Mercado: de acordo com o seu CHA (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes), avalie as oportunidades presentes no mercado. Saiba onde e como encaixar-se bem e tornar-se realizado; 

3) Defina objetivos: com certa flexibilidade, dê nome e prazos às etapas do seu plano. Exemplo: ser supervisor da área de logística da empresa X (ou em empresa de igual nível) até o mês Z do ano Y. 

4) Estratégias: como chegar lá (cursos a serem feitos, cargos a serem conquistados etc.); 

5) Plano de Ação: defina metas de curto prazo, com números claros (que podem ser mudados se necessário). Exemplo: 
- a) fazer curso técnico de logística na instituição V, em N meses, investindo Z em dinheiro; 
- b) solicitar ao RH da minha empresa transferência para o setor de logística até o dia D; 
- 6) Acompanhamento do Plano de Carreira: a dinâmica dos nossos dias certamente manifestar-se-á neste plano, porém, é preciso ter cuidado para não confundir mudanças com falta de foco, conveniência ou desinteresse. Cada mudança de prazo, valor ou objetivo no Plano de Ação deve vir seguida de séria reflexão. Afinal, neste planejamento residem as possibilidades do trabalhador realizar-se como profissional e também como pessoa. Se com planejamento as coisas não são fáceis, quem dirá se não tivermos um. 

A maior parte de nós brasileiros não fez e talvez nunca faça um plano destes, por falta de orientação, de cultura ou de informação. As chances de se aposentar realizando um trabalho do qual nunca se tenha gostado são enormes. Sendo assim, sugiro que você faça o seu Plano de Carreira e confie no que disse o pensador Goethe: “Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força da sua alma, todo o universo conspira a seu favor”. 

Prof. Adolfo Pereira é especialista em Gestão de Pessoas, Diretor da Adolfo Pereira Consultoria Empresarial, Gestor de Carreira (aconselhamentos), Palestrante Motivacional e Professor Universitário

http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=2016

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