ATUAÇÃO DO RH ESTRATÉGICO


Um RH Estratégico que, como tal, teria planos contingenciais, não só para os momento de crise, mas para qualquer outro tipo de situação envolvendo o “core business” da empresa! Até porque antecipar-se ao problema, propor alternativas viáveis e criativas, avaliar a relação custo-benefício de cada uma é o que diferencia o RH Estratégico do clássico Departamento de Pessoal, este sim, mais preocupado em recolher as Carteiras de Trabalho e calcular as rescisões trabalhistas do que em minimizar os danos embutidos nesses processos.
Mas o que poderia conter esse tal Plano de Contingência, que o RH Estratégico encaminharia para análise da Alta Direção? Evidentemente, cada caso é um caso que dependerá do porte do negócio, nível de escassez de mão-de-obra (terminologia adotada pelo DP tradicional...), região, maturidade das lideranças sindicais, tipo de negócio, entre outras variáveis a serem consideradas. Entretanto, alguns direcionamentos não poderão ser esquecidos, tais como:
a) Levantamento de todos custos, envolvendo as políticas de gestão de pessoas relacionadas a benefícios (obrigatórios por lei ou não), investimentos em capacitação (cursos que aumentem a produtividade seriam mantidos), remuneração variável, entre outros.
b) Identificação de todas alternativas possíveis que levem à redução de custos na área de gestão de Pessoas, inclusive a indesejável “demissões sumárias”, até para servir de parâmetro comparativo com as demais;
c) Análise comparativa dos custos políticos e econômicos das alternativas levantadas, dando ênfase maior àquelas que, a princípio, manteriam estável o atual nível de emprego, tais como, férias coletivas, Banco de Horas, redução da jornada de trabalho e salários, mediação do TRT, Demissões Voluntárias (mas, como diz o ditado, “cuidando para não jogar fora o bebê junto com a água da bacia”...), entre outros;
d) Diálogo aberto e franco com o Sindicato, de modo a criar uma relação de parceria e confiança, bem como construção de outras tantas alternativas;
e) Emprego dos mecanismos de comunicação existentes – jornalzinho, intranet, murais, etc. – para mostrar a realidade da nova situação enfrentada pela empresa e convocar a todos para se incorporarem ao esforço coletivo de redução de custos de qualquer natureza;
f) Reunião com chefias e grupos de funcionários para canalizar os esforços em torno desse verdadeiro mutirão pela empresa (além de altamente motivacional, isso predispõe os funcionários a futuramente vir aceitar medidas difíceis como redução proporcional de salários e carga de trabalho);
g) Presença física de diretores nesses eventos e nos diferentes setores / filiais da empresa, ouvindo as idéias, esclarecendo dúvidas e afiançando as propostas;
h) Relatos freqüentes, dando retorno sobre os resultados das medidas emergenciais e tendências para os próximos meses, especialmente fatos positivos como abertura de novos clientes, indicadores positivos de redução de custos, etc.
Maria Elizabeth Pupe Johann é Coordenadora Acadêmica do MBA Gestão de Pessoas – Ênfase em Estratégias / FGV.

BRICs LIDERAM RECUPERAÇÃO

O consumo dos países emergentes vai fazer com que o mundo saia da crise. Segundo o "pai dos Brics", Jim O' Neill, Brasil, Rússia, Índia e China estão liderando a recuperação mundial, após o abalo financeiro de 2008. Como mostra o gráfico abaixo, o bloco - impulsionado pela China, tem o papel importante de compensar a perda de capacidade de consumo dos Estados Unidos. O chefe de pesquisa econômica do banco Goldman Sachs está no Rio para participar do seminário "Uma agenda para os Brics".
- Eu não penso nos Brics como países emergentes, no sentido tradicional, porque seria quase um insulto. Esses quatro países são parte essencial para qualquer empresa de estratégia global. Em 20, 30 anos, eles vão dominar a escala econômica do mundo. Esse é o destino dos Brics: olhar para a frente - disse.
E a expansão do bloco pode ser vista nos números: o Goldman Sachs elevou a previsão de crescimento do Brasil para 6,4% em 2010, ante expectativa anterior de 5,8%. De acordo com o economista, no mesmo período, a China deve crescer 11,4%; a Índia, 8,2%; e a Rússia, 4,5%.
Em 2050, a China, considerada o "fenômeno econômico mais importante da nossa geração", estará em primeiro lugar no ranking das maiores economias mundiais. Os Brics, aliás, ocuparão quatro das seis primeiras posições, como mostra o gráfico abaixo: Estados Unidos (2º lugar), Índia (3º), Europa - cinco maiores (4º), Brasil (5º) e Rússia (6º).
Entre os Brics, segundo o economista, o Brasil tem o melhor índice Growth Enviroment Score (GES), composto por 13 variáveis que apontam para o crescimento sustentável e a produtividade. Enquanto o Brasil registrou pontuação de 5,3, China ficou com 5,2, Rússia com 5,1 e Índia com 4. Quanto mais perto de 10, melhor é o conceito do país no índice que mede, entre outros itens, corrupção, estabilidade política e inflação.

- O Brasil precisa melhorar em áreas como investimento e educação, mas está no nível mais alto - diz.

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2010/02/22/paises-do-bric-lideram-recuperacao-mundial-268515.asp

O Brasil e a globalização no pós-crise

O Brasil acelerava sua trajetória de crescimento quando a crise internacional irrompeu, no último trimestre de 2008, interrompendo um círculo virtuoso de crescimento do produto, do investimento e do emprego, reduzindo os fluxos de comércio exterior e de investimentos externos de e para o País.
Pouco mais de um ano após a eclosão da crise, a importância global do Brasil parece ter aumentado. Isso se deve certamente ao fato de que, contraposto ao abalo monumental sofrido pelas economias desenvolvidas e por algumas das grandes economias emergentes (Rússia e México), o desempenho brasileiro em 2009 gera a percepção de um upgrading da posição brasileira no cenário internacional.
Mas também contribuem para essa percepção de importância aumentada do País no mundo as perspectivas positivas da economia brasileira no pós-crise e alguns movimentos importantes feitos pelo Brasil em diferentes arenas de negociação
econômica. Especificamente ao longo de 2009, três evoluções nas posições negociadoras do Brasil merecem destaque:

o compromisso com uma meta voluntária, mas quantificada e monitorável, de redução de emissões de gases de efeito estufa nas negociações de mudança climática;o deslocamento da prioridade brasileira, no G-20, de temas relacionados ao comércio internacional (crédito para as exportações e protecionismo) para questões relacionadas aos desequilíbrios macroeconômicos internacionais, a partir da Cúpula de Pittsburgh, em setembro;e a decisão de fornecer crédito ao Fundo Monetário Internacional (FMI), por meio da compra de US$ 10 bilhões em títulos emitidos pelo fundo.

A posição brasileira de apoio ao "pacote Lamy" na Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), em julho de 2008, já apresentara essa característica: ao assumir explicitamente sua posição, o Brasil se distanciou de posturas de coalizão e de fidelidade retórica a blocos, sejam eles os "países em desenvolvimento" ou o Mercosul.Os dois primeiros movimentos distanciaram o Brasil da posição negociadora chinesa em duas áreas-chave da agenda internacional. No caso da mudança climática, o presidente Lula criticou explicitamente a hipótese de um entendimento bilateral entre China e EUA às vésperas de Copenhague.
No caso da agenda do G-20, a China tentou minimizar a importância das questões relacionadas aos desequilíbrios macroeconômicos internacionais e evitar que o tema da avaliação pelo FMI das políticas nacionais de saída de crise ganhasse prioridade, enquanto o Brasil pôs crescente ênfase nessa questão.
Em segundo lugar, esses movimentos apontam para um maior envolvimento do Brasil com temas de governança global. A concessão de crédito ao FMI e a evolução da postura brasileira diante da negociação da mudança climática indicam que há algo de novo aí.Essas considerações nos levam à seguinte questão: as evoluções ocorridas em 2009 prenunciam mudança mais ampla em benefício dos interesses domésticos ofensivos nas negociações internacionais e na direção da integração de objetivos sistêmicos (relacionados à governança global) à agenda brasileira?No cenário pós-crise vigente no Brasil, esse tipo de evolução tende a ganhar novo impulso. Isso não significa que as posições brasileiras nas arenas de negociação econômica global seguirão trajetória linear e definível ex ante. Sua evolução dependerá principalmente das percepções domésticas dos impactos e implicações da "globalização", bem como do ambiente político internacional no pós-crise.
Além disso, a posição do Brasil como supridor mundial de alimentos e matérias-primas deve se fortalecer e, passados os efeitos da crise, os investimentos externos das empresas brasileiras voltam a crescer.Por outro lado, porém, a competição chinesa afeta a produção de um número crescente de setores industriais no Brasil.
No que diz respeito ao cenário externo, a viabilidade de evolução da posição brasileira ao longo de trajetória ofensiva e de assunção de responsabilidades globais estará condicionada pela continuidade dos esforços internacionais de cooperação e negociação nas diferentes agendas globais. Na falta desse estímulo e em cenário internacional marcado pela fragmentação e por conflitos econômicos e políticos, é difícil imaginar que as percepções brasileiras da globalização não venham a ser negativamente afetadas.Moral da história: um retrocesso (ou mesmo uma interrupção) no movimento de integração crescente da economia brasileira ao mundo nos próximos anos somente parece plausível se - como ocorreu nos anos 30 do século 20 - o ambiente político em que se dão as relações e negociações econômicas internacionais se deteriorar sob o impacto conjugado das muitas variantes de nacionalismos em circulação hoje no mundo.

Pedro da Motta Veiga é diretor do Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (Cindes)
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http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100217/not_imp512141,0.php

ANÁLISE DE INVESTIMENTOS
A análise de investimentos envolve decisões de aplicação de recursos com prazos
longos (maiores que um ano), com o objetivo de propiciar retorno adequado aos proprietários desse capital.
Orçamento de capital é um processo que envolve a seleção de projetos de investimento e a quantificação dos recursos a serem empregados e busca responder a questões como:
O projeto vai se pagar?
O projeto vai aumentar a riqueza dos acionistas ou vai diminuí-la?
Esta é a melhor alternativa de investimentos?
O orçamento de capital requer uma estimativa de fluxos de caixa livres que serão obtidos com o projeto de análise. As previsões de investimentos em ativos, de vendas, também de preços, de custos e despesas devem ser elaboradas da forma mais realista a acurada possível.
De qualquer modo, a incerteza em orçamentos de capital é elevada, pois envolve cenários econômicos e políticos de longo prazo.
Os métodos mais comuns de avaliação de projetos de investimento são:
Payback;
Payback descontado;
Valor presente líquido – VPL;
Taxa interna de retorno – TIR.
Taxa Interna de Retorno Média - TIR-M

http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/analiseinvestimentos.htm

FUSÕES NOS BANCOS


O mundo pode passar neste ano por uma onda de fusões e aquisições de instituições financeiras para consolidação do sistema bancário, que foi muito abalado pela crise. Instituições tradicionais e boas que podem superar dificuldades.
O "Sunday Times" publicou que o Itaú Unibanco estaria interessado nos bancos ingleses Royal Bank of Scotland e Lloyds Banking Group, que foram parcialmente estatizados pelo governo inglês durante a crise. Um notícia bem preliminar.
O jornal inglês publicou uma frase do ex-ministro da Fazenda Pedro Malan, que é do Itaú Unibanco. Ele diz que "é claro que estamos olhando, mas não estamos com
pressa. Achamos que temos tempo". Ou seja, ele não disse que vai comprar.
Esses dois bancos ingleses tiveram muita dificuldades na crise e o governo precisou colocar muito dinheiro. São dois bancos tradicionais na Inglaterra e tiveram forte queda no valor das ações por causa dessa ajuda do governo.
Bancos americanos, europeus, foram ajudados pelos seus governos e no final das contas foram praticamente estatizados. O governo inglês quer se desfazer de parte dessas ações. O Itaú Unibanco se candidataria para comprar parte do capital.
É fato que o Itau Unibanco busca comprar ativos no exterior. É um ano importante para a instituição, que completa a integração entre dois bancos. E o momento é de boas oportunidades no mercado internacional.

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2010/01/04/mundo-pode-passar-por-onda-de-fusoes-aquisicoes-254478.asp
GERENCIAR PROJETOS E ASSUNTO PARA LÍDERES

As principais organizações mundiais percebem que seus executivos têm de ser grandes líderes e gerentes projetos, pois transformam constantemente a empresa com seus feitos.

A sobrevivência de uma empresa requer de seus executivos ações rápidas, objetivas e consistentes. Todas as oportunidades devem ser aproveitadas e novos espaços precisam ser criados. O sucesso da organização é o resultado de suas lideranças e da aplicação de práticas gerenciais que a conduzam, com eficiência e eficácia, no sentido de atingir os resultados esperados. O gerenciamento de projetos é o caminho para transformar idéias em algo que dê as empresas desenvolvimento de forma sustentável, considerando-se o cenário competitivo atual.

Mas independente de nomes ou cargos, saber o perfil necessário ao gerente do projeto, para o melhor desempenho de suas atribuições, é fundamental na construção de uma organização de alto desempenho. Este profissional deve conter pelo menos três grupos de competências: técnica, competência na área de atuação e de gestão. A competência técnica é formada pelas habilidades e conhecimentos nas melhores práticas de gerenciamento de projetos, como as difundidas pelo Project Management Institute - PMI (www.pmi.org). A segunda competência está relacionada ao tipo de negócio ou pro jetos envolvidos, como engenharia, tecnologia da informação etc. A competência de gestão é comportamental e requer habilidades e atitudes que tornam o gerente de projeto um líder.

Todas as competências são importantes, mas a que leva a liderança é a que traz melhores resultados para a organização e para o profissional. O gerente de projetos não é um "tocador" de cronogramas, muito menos um herói realizador. Ele precisa ser o líder de uma transformação, conduzindo uma equipe a desenvolver, coordenadamente, um conjunto de tarefas executadas de forma eficiente para a obtenção do sucesso, não só para a organização, mas também para seus clientes e todos os envolvidos no projeto.

Um estudo realizado por uma consultoria em Recursos Humanos norte-americana revelou as 25 empresas que melhor formam líderes no mundo. O primeiro lugar apontado pela pesquisa é da IBM, que possui um dos mais abrangentes programas de formação de gerentes de projetos e de líderes, requerendo que todos os seus executivos tenham cerificação em gerenciamento de projetos, incluindo a certificação do PMI (PMP).

A IBM é uma das poucas empresas americanas que se manteve inabalável perante a crise financeira recente. É uma das Top of Mind do Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos, coordenado pelo PMI Regional Rio de Janeiro (www.pmirio.org.br). A General Electric também é uma das principais em liderança, com programas de formação e certificação em gerentes de projetos. A NASA, uma das maiores referências em gerenciamento de projetos, possui um programa específico para formação de gerentes de projeto líderes.


http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=3143

SUA PRESTAÇÃO ESTÁ CERTA? HP12

Você já se sentiu com cara de bobo diante de um vendedor que falou para você o preço a vista de um produto, mas mediante o seu pedido para parcelar...ele pegou a calculadora e simplesmente falou a você " o valor da parela é tanto."
Não fique mais assim, confira se está certo, afinal é o seu rico dinheirinho!!!
Pegue uma calculadora HP12C (pode ser a do vendedor) e confira.
Na compra de uma TV Plasma cujo valor a vista é de R$ 3.000,00 e que você quer pagar em 6 parcelas mensais sendo:

a)uma parcela inicial a título de entrada;
b)mais 5 parcelas mensais de igual valor;
c)considerada uma taxa de juros de 8% ao mês.

CÁLCULO DO VALOR DA PRESTAÇÃO MENSAL COM A MÁQUINA FINANCEIRA HP12C:

[ f ] [cls] (para limpar a memória)
[ g ] [BEGIN]
3.000 [CHS] Para inverter o sinal
[ PV ] Valor Presente
6 [ n ] Número de Períodos
8 [ i ] Taxa de Juros de 8% ao mês
[PMT] (para saber o valor da parcela)
Portanto, o resultado final (no visor) obtido será de R$ 600,88

Claro, você deve perguntar ao vendedor, qual a taxa mensal de juros que ele está utilizando.
Sua TV vai custar na verdade R$ 3.605,28

Agora você já pode conferir se não foi ludibriado!!!

E SE VOCÊ RESOLVER COMPRAR SEM ENTRADA!

Tudo é quase igual, com um detalhe apenas:

Você vai substiuir
[ f ] [cls] (para limpar a memória) [ g ] [BEGIN]
Por
[ f ] [cls] (para limpar a memória) [ g ] [END]

O valor da parcela será de R$ 648,95 e a TV vai custar R$ 3.893,68.

Ah! O vendedor não quiz dizer a você o a taxa de juros! Vamos descobrir então.

Ele disse que você vai dar uma entrada de R$ 600,88 e pagar mais 5 parcelas mensais no mesmo valor!

[ f ] [cls] (para limpar a memória)

[ g ] [BEGIN]

3.000 [CHS] [ PV ]

6 [ n ] Número de parcelas

600.88 [PMT] (valor da parcela)

[ i ]

No visor vai aparecer 8. É a taxa mensal de juros que ele utilizou

Mas, se você é daqueles (excessão) que consegue fazer uma reserva, na compra a vista, não é ofensa pedir o desconto, é um direito seu, use-o.

Agora é fácil não é!

MAIS SOBRE O PIX DO BANCO CENTRAL